dói-me quando calas a noite e os teus braços são cansaço e a tua mão é solidão. dói-me quando do fundo dos teus olhos soltas o néctar salgado que me queima a pele e me rasga a alma. dói-me meu amor. seria o olhar que vigia a planície estéril dos teus medos, seria o vento que te enxuga o rosto, seria a sombra dos teus passos, seria meu amor.
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